
não sei de aranhas
nem de fios
sei de teias
não sei de pássaros
tampouco de borboletas
sei de voos
sei de vertigens e abismos
de asas partidas
de mãos vazias de gestos
(de ausência de versos)
e sei também de dor e desamor
mas isso fica para
outro poema.
Márcia Maia
quando as mãos ficam vazias de gestos, espreitamos fundo os abismos da alma.
13 comentários:
as maos que chegam bem ao centro de um outro peito conseguem ter arte e calor para um colar infinito de amor...saem perolas e cantos capazes de melodias que nao trajam a dor ...
Afinal não moras ali. moras aqui Alice :))
encontrei-te :))
mãos vazias de gestos espreitam a alma.
o sentido que isso me faz!
beijO
há dores que fazem ninho...
esperemos então o "outro" poema!...
que promete!...
Anónimo: se não assinaste como posso dizer-te se entre os meus nomes está esse? :))
Herético: este poema não é meu, mas sim da Márcia Maia que acho que também conheces. Tenho que ir à procura dos poemas de dor e desamor dela... :)
Maria Laura,
Gosto imenso do teu interior, da parte que resolveste partilhar connosco. Acho que ainda tens muito para nos mostrar... estou certa? Claro que estou! Um beijo.
bonita esta teia de palavras
este voo de sentires
um beijo para ti
resto de um bom domingo
já não quero saber o teu nome, já não me interessa, podes-te chamar o que quiseres a mim não me diz nada.
Anónimo: parece-me que deves estar equivocado na pessoa. Chamaste-me por um nome que sei e estava disposta a dar-te uma resposta, pensando que fosses uma pessoa que conhecia de outro lugar. Mas esta reacção não tem nada a ver com essa pessoa. Por isso... olha, está por aí o meu mail se quiseres esclarecer a questão.
Olá
Gostei muito deste teu espaço.
Parabéns! excelentes escolhas, de excelentes escritores.
Obrigado pela sua visita ao meu blog.
Fico a aguardar, então,
mais poemas seus.
Boa semana.
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