
branco
riscado no verde
cruza sombras num galope
no fremir de asa branca
crepita o bosque fremente
desse fogo que não arde
no restolho esvoaçante
riscado no verde
cruza sombras num galope
no fremir de asa branca
crepita o bosque fremente
desse fogo que não arde
no restolho esvoaçante
corre
corcel libertado
cruza o manto de verdura
corre livre
enfim liberto
e ao vento o peito aberto
traz ao bosque outra frescura
corre
mítico unicórnio
e que ao som do teu tropel
floresça este vergel
brotem fontes de água pura
alado cavalo branco
trazes asas de luar
e dourar de cada estrela
nesse louco cavalgar.
Imagem e poema de Jorge Castro
O livro mais recente de Jorge Castro, Poemas de Menagem, inclui poemas dedicados:
"a um poeta
a um pintor
a um amigo
a alguém que cruzou os céus comigo
(...) "
Teve a simpatia e a amizade de me dedicar este poema. Obrigada, Jorge!
27 comentários:
Um poema lindissimo.
um bjo
concordo!
http://me-and-my-heartbeats.blogspot.com/
Olá amiga Maria Laura, belo poema!
Lindíssimo adorei... Desejo-te um bom fim de semana... Beijinhos de carinho,
Fernandinha
È lindo o poema, adoro ver um cavalo com a crina ao vento, dono de si em liberdade, é uma sensação de leveza
beijinhos
querida_______Laura
obrigada_______pela partilha
vou comprar_____se o encontrar:)
beijO_____C_______carinhO
O poema é lindo mas a sensação de voo , de liberdade é enorme.
Beijo
O poema é lindo mas a sensação de voo , de liberdade é enorme.
Beijo
É bom ser vista como portadora de sonhos e esperança, não? (;
Linda imagem em sintonia com a beleza do poema.
Beijos.
Delicioso poema amiga querida, poesia pura!
É um belo poema. É curioso como frequentemente os cavalos selvagens são associados aos ideais de liberdade.
Um beijo!
~~~~~~~~~~~~~~~
galopando os ventos
beijO
Em cada cavalo solto nos pensamentos do poeta renasce um sorriso de amizade e amor. Assim, poeta. Renova sempre os olhares!
lindo como sempre
xi
maria de são pedro
quanto gosto de por aqui passar.
o poema, esse, belo como sempre.
Na água tudo se perde
Lavas do rosto a desventura
Uma lágrima é simples gota
Perdida do mar da ternura
Bom domingo
Doce beijo
Grande poeta esse!Que todos os poetas ainda não desistam de publicar seus livros num país que reprime tanto a forma de poesia em papel e capa dura
Belíssimo!
belo esse cavalo alado. com asas de luar...
parabéns. aos dois.
pinta~s
movi~mento
~
querida amiga Maria laura.
lindo poema, esse cavalo branco nos transmite sensação de liberdade.
estás de parabéns.
felicidades e deus te ilumine sempre. aapreça em meu blog, te espero lá.
http://deusaodoya.blogspot.com
bom fim de semana para vc. amiga.
Um pouco ausente mas lá pelo meu canto fotos de motivo da ausência.Beijinhos de carinho.Salomé
que sensação de liberdade
lindo
sigo a galope ...
um beijo e um sorriso (não conhecia o poeta, goseti)
Espetacular cavalgada poética; sinestésico, envolvente, belíssimo! Um abraço do Jorge Luiz (www.recantodasletras.com.br/autores/spikewell)
Salvé
No silêncio se encontra a alma que nos chama á realidade...
Gostei do seu blog, embora eu seja caloira nestas coisas de blogosfera e o que faço aqui - lá - seja por tenativas, até me parecer bem...máquinas, definitivamente, não são comigo.
ESPAVO! - reconhecendo a Luz que há em si - como e MU
Mariz
Solta.
Cruzando céus, encontrando flores onde julgava frio.
Bjinhos
Maria, esse foi o poema que mais me tocou, de todos os que já li aqui no "Silêncio".
Metáfora mais linda da liberdade.
Cada vez melhor teu jardim.
E eu te rego.
Beijos brancos...
Germano
Aparece...
muito bonito!
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