
Abrigo-me de ti
de mim não sei
há dias em que fujo
e que me evado
de mim não sei
há dias em que fujo
e que me evado
há horas em que a raiva
não sequei
nem a inveja rasguei
ou a desfaço
Há dias em que nego
e outros onde nasço
há dias só de fogo
e outros tão rasgados
Aqueles onde habito com tantos
dias vagos.
dias vagos.
Maria Teresa Horta
21 comentários:
bancos soltos que se abram
ao corpo assim
deitado
~
Há dias em que os dias são demasiado.
A imagem é fantástica.
Beijito.
Ainda que vagos... são habitados os dias, mesmo que as noites sejam de silêncios guardados.
Beijinho.
Somos sempre inconstantes...
Maravilhosa a fotografia.
grande abraço
E sentadas em nada olhamos o mar. A calma, de reconhecer espaços nossos.
Bjinhos
Há dias junto ao mar e que mar...
Um poema sobre o tempo dual.
O que somos nós senão seres mutantes?
Abraços de estima, Maria.
Germano
foto deslumbrante para um poema que amanhece em cada verso. meu abraço.
guarda os dias de fogo...
e os dias vagos
muito belo.
beijo
Belíssima escolha cara amiga.
Poema e foto.
Beijinhos.
Que bonito poema!
Beijinho e um grande sorriso,
Rita
ali onde até bettelheim sorriria complacente e incrédulo desta branca de neve
espalmada
Belíssimo.. não há dias ssim? Eu sei que os há.
Bj.
poostaa maaiss
eeu volto
http://imensidadx3.blogspot.com
Bancos que abrigan conversas, esperanzas, esperas...
Unha aperta.
:)
mais um beijão meu!!!
Há dias em que o demasiado de tudo se esbate no pequeno momento de um poema como este. Obrigada
Há dias em que existir é mesmo assim...
E há dias de respirar fundo e seguir adiante - não porque o queiramos, mas porque é assim que deve ser feito!
=)
Assim é que eu gosto. Bons programas.
As minhas cordiais saudações.
Há momentos em que as palavras não saem e que o silêncio murmura sensações lindas e sentimentos profundos.
Parabéns pela fluídez das palavras.
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